Porque é que tens que existir? Porque raio existes? Não era tão mais simples se as coisas fossem claras e certas? Nada de incertezas, nada de complicado, nada de confuso. Ou era ou não era. Ou se estava ou não se estava. Ou se gosta ou não se gosta. Ou se quer ou não se quer. Ou resulta ou não resulta. Se for positivo, ficamos felizes e desfrutamos. Se for negativo, sofremos e lidamos. Agora porque raio temos que ficar confusos? Esperar algo que poderá não vir? Viver na incerteza do que é correto ou errado, do que poderá mais facilmente acontecer ou não acontecer? Não faz sentido. É deprimente. Rouba-nos toda a pouca alegria existente. Rouba-nos o sorriso verdadeiro, o verdadeiro bem-estar. Faz com que nos escondamos por trás de sorrisos falsos e cínicos. Querida confusão, porque tens que existir?
Só peço que deixes de me assombrar, que partas da minha cabeça,
de uma mente desgastada de tantos pensamentos.
de uma mente desgastada de tantos pensamentos.



